AGNALDO ABRAHÃO, DA APRIL, FALA SOBRE SEGURO DE VIAGENS CORPORATIVAS AGNALDO ABRAHÃO, DA APRIL, FALA SOBRE SEGURO DE VIAGENS CORPORATIVAS

12 Out 2017 DA REDAÇÃO (FOTOS: DIVULGAÇÃO) Negócios Nenhum comentário

Para o diretor comercial da seguradora, objetivo é garantir segurança do funcionário evitando gastos desnecessários com os imprevistos

Agnaldo Abrahão, diretor comercial da APRIL Brasil, fala sobre a importância de contratar um seguro para as viagens corporativas (Foto: Divulgação)

A multinacional francesa APRIL, uma das mais respeitadas fornecedoras de seguros de viagem, acaba de publicar um guia com orientações para o mercado corporativo.

O foco é ajudar as corporações na escolha do plano de seguro ideal para a empresa pois, ao contrário do turismo de lazer, pouco se pensa em seguros de viagens empresariais.

Agnaldo Abrahão, diretor comercial da APRIL Brasil, destaca pontos importantes que devem ser levados em conta na hora de adquirir um seguro de viagem corporativo:

"Um dos principais pontos a se considerar é a frequência das viagens. Caso a locomoção dos funcionários seja constante, o ideal é realizar um pacote anual. Dessa forma, a renovação não precisará ser feita a cada viagem e o valor total acaba sendo mais econômico. Cabe destacar que tanto destinos nacionais quanto internacionais necessitam do seguro, pois incidentes podem ocorrer em qualquer lugar. Em viagens domésticas, costuma-se acreditar que o próprio plano de saúde é suficiente para ter assistência médica. Muitas vezes, entretanto, a cobertura do produto é apenas regional, e não nacional”, explicou Abrahão.

"Uma outra dica é evitar contratar o plano mais básico, pois cada destino possui particularidades específicas. Por isso, conheça as normas a respeito dos seguros em cada país. Com uma grande variedade de coberturas e valores diferenciados, uma breve pesquisa pode te ajudar a escolher o plano ideal para os funcionários.

Na Europa, por exemplo, a obrigatoriedade do seguro viagem está prevista no tratado de Schengen, com valor mínimo de 30 mil euros para cobertura médica em acidentes ou doenças. Já nos Estados Unidos, não há uma lei que exija um mínimo de cobertura, mas o acesso a tratamento médico é muito caro e restrito. Uma simples internação sem cirurgia em solo norte-americano pode ultrapassar 30 mil dólares facilmente. A questão aqui é que não se deve optar pelo produto mais básico e sim pela cobertura mais adequada ao destino e perfil da viagem”, destacou o executivo.

Se o colaborador está levando em sua viagem equipamentos eletrônicos como notebook, tablet, smartphone ou câmera fotográfica, ele poderá contratar adicionais de cobertura para roubo ou furto destes bens.

“Esses planos são ideais para aqueles que utilizam equipamentos de alto custo, algo que grande parte dos que viajam a negócios faz”, disse Agnaldo Abrahão.


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